quarta-feira, 4 de julho de 2012

Novidade

Olá Galera, eu (Víh) estou aqui para comunicar-lhes que nosso blog agora tem facebook. 
Não deixem de nos adicionar, e continuem ligados aqui no blog. =)

Beijinhos e até breve!

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Jornal Mural

              Olá leitores, voltamos aqui para comunicar-lhes que  juntamente do professor Mauricius, nós, alunos da 8ª série iniciamos um novo projeto na escola, o Jornal Mural. Com o objetivo de trazer as notícias até nossa escola, o "Jornal Mural" envolve seis equipes, são elas: 
  • Aqui,
  •  Meteorologia,
  •  Humor, 
  • Meio Ambiente e Sustentabilidade, 
  • Notícias do Mundo 
  •  Esportes. 
          Cada equipe de reportagem é composta por quatro alunos, sendo que cada um, exerce uma função.




   Assim que tivermos um tempinho, voltaremos pra mostrar as fotos do nossso novo Projeto.
Postado por: Vih e Carol.

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quarta-feira, 20 de junho de 2012

PJ Caxias do Sul

Algumas alunas da nossa turma, participaram da 1ª etapa do encontro da Pastoral da Juventude(PJ) em Caxias do Sul, RS.
As alunas  Carla, Ana Paula, Franciele e nós Blogueiras (Víh e Carol)  passaram os dias 9 e 10 de junho na Escola  Diocesana da Juventude, em Caxias do Sul, onde ocorreu a PJ. Lá elas participaram de várias palestras, momentos de oração, cantos, danças e oficinas de stencil e Teatro, além de terem começado um projeto de vida para o futuro.

Elas comentam: "Foi maravilhoso participar desta primeira etapa, nas próximas estaremos lá novamente, sem esquecer que essas palestras nos ajudaram muito a refletir sobre nós e a vida. Esse encontro nos ajudou a interagir mais com outras pessoas e jeitos, criando assim novas amizades. "

Além disso, participaram da  foto oficial da 1ª etapa da PJ de Caxias do Sul.  Olhem só:



Continuem ligados aqui no blog.
Postado por: Vih e Carol


₢ Geo- oitava. 2012

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Vídeo em David Canabarro!


Olá Leitores!
Na quinta-feira passada, dia 24/05, a nossa turma, juntamente da turma da Escola Padre Josué Bardin foi para David Canabarro apresentar um projeto. Lá gravamos vídeos e registramos as palestras e apresentações artísticas através de fotos.
Abaixo está o link da montagem com todos os vídeos lá gravados.


Espero que gostem e fiquem atentos ao próximo post, que terá a montagem em vídeo de todas as fotos!
Agradecemos sua visita aqui no blog!
Postado por Carol.

sábado, 19 de maio de 2012

Palestra de fotografia.

Olá leitores.!

A algumas semanas atrás, participamos de uma palestra sobre fotografias, onde uma fotógrafa nos ensinou a colocar foco na foto e muitas outras coisas.
Bom, estou aqui para mostrar-lhes uma foto que a nossa colega Carolaine G.D, que também é blogueira aqui, bateu com as dicas da fotógrafa.

Espero que gostem:

Belíssima a fotografia, vocês não acham??
Quem gostou, comenta ai em baixo tá? =)

Por hoje é isso galera.! 
Fiquem ligados que  em breve postaremos mais!
Beijos!

Postado por: Víh.

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sexta-feira, 11 de maio de 2012

Complementos:

Principais tipos de fungos:
Bolos
Champignon
Levedura
Mofo
Trufa
Penicillium
Orelha-de-pau
Tinha

Amora:
 É conhecida popularmente como Mulberry e amora preta.
Usos tradicionais: anemia, asma, bronquite, constipação, diabetes, dor de cabeça, etc.


Ameixeira:
 É conhecida por algumas espécies de árvores de fruto do subgênero Prunus. O seu conteúdo são carboidratos, magnésio, sódio e potácio. A ameixa é laxativa, recomendando-se contra a prisão de ventre obstinada.

Tatu:
O tatu é um mamífero, pertencente a ordem cingulata e a família da dasypodidae. Caracteriza-se pela armadura que cobre o corpo.  Nativos do continente americano, os tatus abitam as savanas e serrados.

Pinheiro:

Os pinheiros são árvores pertencentes à divisão Pinophyta, tradicionalmente incluída no grupo Gimnospérmicas. Esse artigo se refere apenas as plantas do gênero Pinus, na família Pinaceae.
São nativos a maioria do hemisfério norte. Na América do Norte, com diversidade mais alta no México e na Califórnia. Os pinheiros são também plantados extensivamente em muitas partes do Hemisfério Sul.

Decomposição:

          Os mais importantes são as bactérias fungos que realizam a decomposição da matéria orgânica restituindo-a a natureza na forma de seus elementos constituintes.
Porém, alguns insetos também podem ser considerados como decompositores, pois se alimentam de restos mortais de outros animais constituindo uma primeira etapa da decomposição, como por exemplo, algumas espécies de besouros, etc.
Os seres decompositores realizam o fechamento da cadeia alimentar ao possibilitarem a decomposição da matéria orgânica em seus elementos originais de forma que eles possam novamente ser usados pelas plantas na geração de mais energia e matéria orgânica dando continuidade a ciclagem de nutrientes e energia na cadeia alimentar.
Os seres decompositores são considerados uma classe especial de consumidores que se alimentam somente de restos tanto de animais quanto de vegetais.
Samambaias

O nome samambaia é proveniente do tupi e significa "aquele que se torce em espiral". Seu habitat pode ser tanto um vaso de xaxim como o tronco de uma árvore, uma pedra ou mesmo o próprio solo ou a água, como as samambaias aquáticas. O sucesso no cultivo destas plantas depende da capacidade de reproduzirmos em casa as condições naturais em que estas vivem nas matas. A maior parte das espécies preferem ambientes sombreados. O vento é um dos seus maiores inimigos, causando "queima" das folhas mais jovens e perda de água por evaporação.

Aranhas

As aranhas são animais carnívoros e de hábitos domiciliares e peridomiciliares, alimentando-se de insetos como grilos e baratas, principalmente. Seus corpos são divididos em duas partes bem características: cefalotórax e abdome, com quatro pares de pernas, um par de pedipalpos e um par de quelíceras contendo os "ferrões" que algumas aranhas usam para inocular veneno. Entretanto, a maioria das espécies são inofensivas ao homem. Dentre os poucos grupos de importância médica, podemos destacar:

Phoneutria - Conhecida como ARANHA-ARMADEIRA;
Loxosceles - Conhecida como ARANHA-MARROM;
Latrodectus - Conhecida como VIÚVA NEGRA;
Família Lycosidae-ARANHA-DE-GRAMA ou ARANHA-DE-JARDIM;
Diversos gêneros - ARANHA CARANGUEJEIRA.

Ninho de pássaros

     A construção de um ninho é uma das grandes façanhas de design e engenharia do reino animal. Espécies diferentes mostram uma diversidade extraordinária na construção de seus ninhos. Algumas aves constroem ninhos minúsculos tão bem escondidos, que nem mesmo o caçador mais determinado pode encontrá-los, mas outras espécies constroem ninhos enormes, altamente visíveis, que elas defendem corajosamente contra qualquer criatura que se aproxime. Os cisnes frequentemente constroem ninhos com vários centímetros de diâmetro, enquanto que o Scopus umbretta africano constrói ninhos em forma de cúpula, que podem pesar até 50 quilos, levando várias semanas para serem construídos.
Os pássaros usam uma grande variedade de materiais para construir seus ninhos. Algumas espécies usam apenas galhos e ramos para construir os tipos de ninhos normalmente vistos em jardins e cercas vivas.

Tipos de ninhos:

1 - Ninhos elementares
2 - Ninhos escavados
3 - Ninhos sobre o solo
4 - Ninhos nas árvores
5 - Ninhos nas paredes e escarpas
6 - Ninhos coletivos

Bicho da seda

O Bicho-da-seda (Bombyx mori L) é originário do norte da China e há aproximadamente 5.000 anos vem sendo criado para a obtenção do fio de seda. Trata-se da larva de uma mariposa pertencente à família Bombycidae e à ordem Lepidóptera. Depois da cópula das mariposas, a fêmea deposita cerca de 500 ovos, do ovo as lagartas eclodem, após um período de 7 a 21 dias.
O bicho-da-seda se alimenta das folhas da amoreira. É nesta fase que a larva começa a tecer seu casulo, feito com fios de muitos metros de comprimento. O fio de seda é secretado por uma glândula, chamada de glândula sericígena, localizada na parte inferior da boca da lagarta. A larva fia a seda ao redor do seu corpo fazendo movimentos geométricos em forma de número 8 até que todo o líquido que forma o fio termine, isto ocorre em torno de três dias, até lá, são secretados aproximadamente 1.000 metros dessa substância. Depois disso, num período de três semanas, nasce uma borboleta branca.

Caramujo!
Caramujo, cornetinha ou burrié é um molusco gastrópode aquático. Tem a concha em espiral, com as voltas ou giros no mesmo plano, recebendo, por isso, a denominação de planorbídeo. Os caramujos ou planorbídeos vivem na água doce de córregos, riachos, valas, alagados, brejos, açudes, represas ou outros locais onde haja pouca correnteza. Muitas espécies são marinhas.
Os caramujos jovens alimentam-se de vegetais em decomposição e folhas verdes.
Existem caramujos nocivos e caramujos inofensivos ao homem. Entre os tipos nocivos, encontram-se Biomphalaria tenagophila, B. glabrata e B. straminea, que podem transmitir a esquistossomose.

Colméia!
Colméia é o nome dado a uma colônia de abelhas ou ao abrigo construído para ou pelas abelhas.
As abelhas utilizam a colmeia para abrigar sua progenitura, criá-las e estocar o mel. As abelhas domesticadas têm suas colmeias construídas em apiários. Uma colmeia geralmente possui 80 mil abelhas, cuja maioria são fêmeas (operárias). O número de fêmeas em relação aos machos é dado através do número de ouro (divina proporção). Nas colmeias são geradas diversas larvas, que são alimentadas pelas abelhas operárias de maneira igual. Quando uma rainha está para morrer, essas operárias escolhem entre as larvas mais fortes uma nova rainha, e esta, por sua vez, começa a ser alimentada de uma forma especial para se desenvolver mais que as outras até se tornar uma nova rainha.

Postado por Carol e Víh.


Explicações das estações da Trilha:


1ª Estação: Seiva

Seiva bruta: formada nas raízes, por absorção da solução existente no solo (ou noutro suporte onde a planta se encontre fixa – ver plantas epífitas), que é levada até aos órgãos verdes da planta (caule e folhas) através das células do xilema, para ser utilizada na produção de substâncias orgânicas e assim transformada em.
Seiva elaborada: que é dispersa por todos os tecidos da planta através dos vasos do floema, para alimentar as células. O componente principal desta seiva é a glicose, um açúcar simples formado pela fotossíntese.


2ª Estação: Plantas Nativas e Exóticas

As plantas nativas que podemos observar na trilha são araucárias e outras geralmente encontradas.
E a planta exótica é a Pinus Elliottii.                
   
3ª Estação: Circulação das plantas

Floema
Em botânica, o floema é o tecido das plantas vasculares encarregado de levar a seiva elaborada pelo caule até à raiz e aos órgãos de reserva.
A seiva elaborada, que é uma solução aquosa de substâncias orgânicas, é transportada através do floema desde os órgãos da planta com capacidade fotossintética até aos outros órgãos que e funcionam como consumidores dessas substâncias, nomeadamente, os meristemas, as células do interior do caule, da raiz, das flores, dos frutos e dos órgãos de reserva - que podem estar dispersos dentro do caule e da raiz, mas que podem estar especializados, como os tubérculos e rizomas.
 Xilema
Em botânica, chama-se xilema ao tecido das plantas vasculares por onde circula a água com sais minerais dissolvidos - a seiva bruta - desde a raiz até as folhas. Nas árvores o xilema secundário é o constituinte da madeira ou lenha.

4ª Estação: Cipó

O cipó-chumbo (Cuscuta racemosa) é um vegetal considerado parasita. Ele não possui folhas nem clorofila e, por isso, não faz fotossíntese. Ele apresenta estruturas que penetram na planta hospedeira de onde retira os nutrientes que necessita.
O cipó-chumbo é muito comum em pomares de frutíferas e vive sobre outras plantas também como em pastagens de trevo.




5ª Estação: Micro-ecossistema

Quando, de qualquer ponto, observamos uma paisagem, percebemo-nos da existência de descontinuidades - margens do rio, limites do bosque, bordos dos campos, etc. que utilizamos frequentemente para delimitar vários ecossistemas mais ou menos definidos pelos aspectos particulares da flora que aí se desenvolve.
No entanto, na passagem, por exemplo, de uma floresta para uma pradaria, as árvores não desaparecem bruscamente; há quase sempre uma zona de transição, aonde as árvores vão sendo cada vez menos abundantes.
Sendo assim, é possível, por falta de limites bem definidos e fronteiras intransponíveis, considerarem todos os ecossistemas do nosso planeta fazendo parte de um enorme ecossistema chamado ecos fera.
Deste gigantesco ecossistema fazem parte todos os seres vivos que, no seu conjunto, constituem a biosfera e a zona superficial da Terra que eles habitam e que representa o seu biotipo.
Ou seja:

BIOSFERA + ZONA SUPERFICIAL DA TERRA = ECOSFERA

Mas assim como é possível associar todos os ecossistemas num só de enormes dimensões - a ecos fera - também é possível delimitar, nas várias zonas climáticas, ecossistemas característicos conhecidos por biomas. Por sua vez, em cada bioma, é possível delimitar outros ecossistemas menores.

Diferentes tipos de micro ecossistemas:
Tundra - Característica das regiões de clima frio. Predominam musgos, líquenes, gramíncas e algumas árvores anãs.
Taiga - Clima frio, mas menos frio que o da tundra. Há mais água no estado líquido. Árvores com copas em forma de cone e com folhagem persistente. Deste modo, há melhor aproveitamento da fraca energia luminosa: os ramos superiores não fazem sombra sobre os inferiores e a fotossíntese realiza-se todo o ano (folhagem persistente).
Deserto - Clima seco e grandes amplitudes térmicas diurnas:
Vegetação pouco desenvolvida e pouco variada
Animais capazes de suportar estas condições adversas.
Floresta temperada - Floresta de árvores de folhagem caduca, Característica das zonas temporadas.
Savana - Pradaria característica das regiões tropicais, com algumas arvores espalhadas. Locais de pastagem para muitos herbívoros.
Floresta equatorial - Floresta luxuriante, com variadíssimas espécies de arvores de grande porte.

6ª Estação: Toca da Paca:

A paca (Cuniculus paca) é uma espécie de roedor da família Cuniculidae Anteriormente era denominada Agouti paca.
Só tem um filhote e geralmente uma única gestação por ano. Notívaga, alimenta-se de frutas ou raízes. Assim como a capivara, era encontrada originariamente em quase todo Brasil.
Se caracteriza pelo seu pelame duro e eriçado, vermelho com manchas brancas. As pernas são fortes e terminam em grandes unhas afiadas. Possui quatro dedos nas patas dianteiras e cinco nas traseiras. Sua cauda é minúscula.
A paca é encontrada na América do Sul, desde a Bacia do Rio Orinoco até o Paraguai. Animal de faro apurado e de ouvido aguçado, vive nas florestas tropicais, de preferência perto de um rio ou riacho. É boa nadadora e gosta da água, que é o local onde ela se refugia quando está em perigo. Sua toca tem muitas saídas de emergência, bem escondidas por folhas. A paca passa o dia na sua toca. Sai para se alimentar somente quando não estiver enluarado: nas fases de lua nova ou crescente, a paca espera a lua se pôr para sair da toca; nas fases de lua cheia e minguante, sai da toca e volta antes de a lua nascer. Ali na toca, a fêmea tem suas ninhadas. Normalmente, gera um filhote por ninhada. Geralmente, as pacas trilham caminhos nas matas, os quais são chamados de carreiro e, por estes caminhos, sempre trafegam em busca de comida, passando por eles todos os dias.
Fauna – Alguns exemplos de espécies da Mata Atlântica:
- Mico-leão-dourado (risco de extinção)
- Bugio  (risco de extinção)
- Tamanduá bandeira  (risco de extinção)
- Tatu-canastra (risco de extinção)


7ª Estação: Fungo Rosa; Mutualisticos:

Os líquens são seres vivos muito simples que constituem uma simbiose de um organismo formado por um fungo (o micobionte) e uma alga ou cianobactéria (o fotobionte). Alguns taxonomistas classificam os líquens na sua própria divisão (Mycophycophyta), mas isto ignora o fato de que os componentes pertencem a linhagens separadas.Por outro lado o fungo é o componente dominante do talo do líquen e são usualmente classificados como fungos. Podem ser encontrados nos mais diversos habitats, de geleiras, rochas, árvores, folhas, desertos e são excelentes colonizadores primários. São geralmente estudados pelos botânicos, apesar de não serem verdadeiras plantas. Vale destacar que segundo o Código Internacional de Nomenclatura Botânica o termo Líquens ou Líquenes está em desuso, sendo mais adequado o termo Fungos Liquenizados.
A verdadeira natureza desta simbiose é ainda tema de debate pelos cientistas, em que alguns casos afirmam que o fungo é um parasita do fotobionte porque através de seus haustórios que penetram a célula da alga controlam seu ciclo reprodutivo; no entanto, em muitos casos, a alga sozinha não sobrevive no habitat ocupado, assim como o fungo isolado também não sobrevive e, portanto alguns defendem uma relação mutualística.
O micobionte dos líquens pertence, na sua maioria, ao filo Ascomycota (98%), sendo os restantes parte de Basidiomycota(2%). Cada espécie de líquen tem uma espécie diferente de fungo e é com base nessa espécie que os líquens são classificados. A classificação baseia-se, em geral nas características do talo e órgãosreprodutivos. Estão descritas de 15.000 a 20.000 espécies de líquens, de acordo com diferentes sistemas de classificação. Cerca de 20% das espécies de fungos conhecidas pertencem a líquenes.
Os fotobiontes são muito menos numerosos que os micobiontes e uma mesma espécie de alga pode fazer parte de vários líquens diferentes. Muitas espécies de algas, se não todas, podem existir isoladamente em alguns habitats, mas quando fazem parte de um líquen, apresentam uma distribuição muito maior.

8ª Estação: Coqueiro Jerivá

O jerivá (Syagrus romanzoffiana), também chamado baba-de-boi, coco-catarro, coqueiro, coqueiro-jerivá, coquinho-de-cachorro e jeribá, é uma palmeiranativa da mata atlântica, no Brasil, mas que pode ser encontrada também em outras formações vegetais, como restingasflorestas ombrófilas densasflorestas estacionais semideciduaismatas ciliaresmatas paludosasflorestas estacionais deciduais e cerrado. Floresce e frutifica em diferentes meses do ano, dependendo da região em que se encontra. Internamente, possui uma pequena castanha bem parecida com a do coco-da-baía. A semente germina em cerca de cem a 150 dias, tendo um potencial de germinação de cinquenta a 79 por cento. A folha é perenifólia e é usada como ração para o gado. A árvore fornece também palmito para alimentação humana.
A sua forma de dispersão é zoocórica, ou seja, através dos animais que consomem seus frutos e dispersam suas sementes através das fezes.

Sinonímia Botânica
Arecastrum romanzoffianum; Cocos romanzoffiana; Cocus plumosa.

Estas foram as explicações da Trilha.
Fiquem atentos ao próximo post, no qual continuaremos com este assunto.
(Postado por Víh e Carol.)