1ª Estação: Seiva
Seiva bruta: formada nas raízes, por
absorção da solução existente no solo (ou noutro suporte onde a planta se
encontre fixa – ver plantas epífitas), que é levada até aos órgãos verdes da
planta (caule e folhas) através das células do xilema, para ser utilizada na
produção de substâncias orgânicas e assim transformada em.
Seiva elaborada: que é
dispersa por todos os tecidos da planta através dos vasos do floema, para
alimentar as células. O componente principal desta seiva é a glicose, um açúcar
simples formado pela fotossíntese.
2ª Estação: Plantas Nativas e Exóticas
As plantas nativas que
podemos observar na trilha são araucárias e outras geralmente encontradas.
E a planta exótica é a Pinus Elliottii.
3ª Estação: Circulação das plantas
Floema
Em botânica, o floema é o tecido
das plantas vasculares encarregado de levar a seiva elaborada pelo caule até à
raiz e aos órgãos de reserva.
A seiva elaborada, que é uma
solução aquosa de substâncias orgânicas, é transportada através do floema desde
os órgãos da planta com capacidade fotossintética até aos outros órgãos que e
funcionam como consumidores dessas substâncias, nomeadamente, os meristemas, as
células do interior do caule, da raiz, das flores, dos frutos e dos órgãos de
reserva - que podem estar dispersos dentro do caule e da raiz, mas que podem
estar especializados, como os tubérculos e rizomas.
Xilema
Em botânica, chama-se xilema ao
tecido das plantas vasculares por onde circula a água com sais minerais
dissolvidos - a seiva bruta - desde a raiz até as folhas. Nas árvores o xilema
secundário é o constituinte da madeira ou lenha.
4ª Estação: Cipó
O
cipó-chumbo (Cuscuta racemosa) é um vegetal considerado parasita. Ele não
possui folhas nem clorofila e, por isso, não faz fotossíntese. Ele apresenta
estruturas que penetram na planta hospedeira de onde retira os nutrientes que
necessita.
O
cipó-chumbo é muito comum em pomares de frutíferas e vive sobre outras plantas
também como em pastagens de trevo.
- Bugio (risco de extinção)
- Tamanduá bandeira (risco de extinção)
- Tatu-canastra (risco de extinção)
5ª Estação: Micro-ecossistema
Quando, de qualquer ponto, observamos uma paisagem, percebemo-nos da existência de descontinuidades - margens do rio, limites do bosque, bordos dos campos, etc. que utilizamos frequentemente para delimitar vários ecossistemas mais ou menos definidos pelos aspectos particulares da flora que aí se desenvolve.
No entanto, na passagem, por exemplo, de uma floresta para uma pradaria, as árvores não desaparecem bruscamente; há quase sempre uma zona de transição, aonde as árvores vão sendo cada vez menos abundantes.
Sendo assim, é possível, por falta de limites bem definidos e fronteiras intransponíveis, considerarem todos os ecossistemas do nosso planeta fazendo parte de um enorme ecossistema chamado ecos fera.
Deste gigantesco ecossistema fazem parte todos os seres vivos que, no seu conjunto, constituem a biosfera e a zona superficial da Terra que eles habitam e que representa o seu biotipo.
Ou seja:
Quando, de qualquer ponto, observamos uma paisagem, percebemo-nos da existência de descontinuidades - margens do rio, limites do bosque, bordos dos campos, etc. que utilizamos frequentemente para delimitar vários ecossistemas mais ou menos definidos pelos aspectos particulares da flora que aí se desenvolve.
No entanto, na passagem, por exemplo, de uma floresta para uma pradaria, as árvores não desaparecem bruscamente; há quase sempre uma zona de transição, aonde as árvores vão sendo cada vez menos abundantes.
Sendo assim, é possível, por falta de limites bem definidos e fronteiras intransponíveis, considerarem todos os ecossistemas do nosso planeta fazendo parte de um enorme ecossistema chamado ecos fera.
Deste gigantesco ecossistema fazem parte todos os seres vivos que, no seu conjunto, constituem a biosfera e a zona superficial da Terra que eles habitam e que representa o seu biotipo.
Ou seja:
BIOSFERA + ZONA
SUPERFICIAL DA TERRA = ECOSFERA
Mas assim como é possível associar todos os ecossistemas num só de enormes dimensões - a ecos fera - também é possível delimitar, nas várias zonas climáticas, ecossistemas característicos conhecidos por biomas. Por sua vez, em cada bioma, é possível delimitar outros ecossistemas menores.
Diferentes tipos de micro ecossistemas:
Tundra - Característica das regiões de clima frio. Predominam musgos, líquenes, gramíncas e algumas árvores anãs.
Taiga - Clima frio, mas menos frio que o da tundra. Há mais água no estado líquido. Árvores com copas em forma de cone e com folhagem persistente. Deste modo, há melhor aproveitamento da fraca energia luminosa: os ramos superiores não fazem sombra sobre os inferiores e a fotossíntese realiza-se todo o ano (folhagem persistente).
Deserto - Clima seco e grandes amplitudes térmicas diurnas:
Vegetação pouco desenvolvida e pouco variada
Animais capazes de suportar estas condições adversas.
Floresta temperada - Floresta de árvores de folhagem caduca, Característica das zonas temporadas.
Savana - Pradaria característica das regiões tropicais, com algumas arvores espalhadas. Locais de pastagem para muitos herbívoros.
Floresta equatorial - Floresta luxuriante, com variadíssimas espécies de arvores de grande porte.
Mas assim como é possível associar todos os ecossistemas num só de enormes dimensões - a ecos fera - também é possível delimitar, nas várias zonas climáticas, ecossistemas característicos conhecidos por biomas. Por sua vez, em cada bioma, é possível delimitar outros ecossistemas menores.
Diferentes tipos de micro ecossistemas:
Tundra - Característica das regiões de clima frio. Predominam musgos, líquenes, gramíncas e algumas árvores anãs.
Taiga - Clima frio, mas menos frio que o da tundra. Há mais água no estado líquido. Árvores com copas em forma de cone e com folhagem persistente. Deste modo, há melhor aproveitamento da fraca energia luminosa: os ramos superiores não fazem sombra sobre os inferiores e a fotossíntese realiza-se todo o ano (folhagem persistente).
Deserto - Clima seco e grandes amplitudes térmicas diurnas:
Vegetação pouco desenvolvida e pouco variada
Animais capazes de suportar estas condições adversas.
Floresta temperada - Floresta de árvores de folhagem caduca, Característica das zonas temporadas.
Savana - Pradaria característica das regiões tropicais, com algumas arvores espalhadas. Locais de pastagem para muitos herbívoros.
Floresta equatorial - Floresta luxuriante, com variadíssimas espécies de arvores de grande porte.
6ª Estação: Toca da Paca:
A paca (Cuniculus
paca) é uma espécie de roedor da família Cuniculidae Anteriormente era denominada Agouti paca.
Só tem
um filhote e geralmente uma única gestação por ano. Notívaga, alimenta-se de
frutas ou raízes. Assim como a capivara, era
encontrada originariamente em quase todo Brasil.
Se
caracteriza pelo seu pelame duro e eriçado, vermelho com manchas brancas. As
pernas são fortes e terminam em grandes unhas afiadas. Possui quatro dedos nas
patas dianteiras e cinco nas traseiras. Sua cauda é minúscula.
A paca é
encontrada na América do Sul, desde a Bacia do Rio
Orinoco até o Paraguai. Animal de faro apurado e de ouvido aguçado, vive nas
florestas tropicais, de preferência perto de um rio ou riacho. É boa nadadora e
gosta da água, que é o local onde ela se refugia quando está em perigo. Sua
toca tem muitas saídas de emergência, bem escondidas por folhas. A paca passa o
dia na sua toca. Sai para se alimentar somente quando não estiver enluarado: nas
fases de lua nova ou crescente, a paca espera a lua se pôr para sair da toca;
nas fases de lua cheia e minguante, sai da toca e volta antes de a lua nascer.
Ali na toca, a fêmea tem suas ninhadas. Normalmente, gera um filhote por
ninhada. Geralmente, as pacas trilham caminhos nas matas, os quais são chamados
de carreiro e, por estes caminhos, sempre trafegam em busca de comida, passando
por eles todos os dias.
Fauna – Alguns exemplos de espécies da
Mata Atlântica:
- Mico-leão-dourado (risco de extinção)- Bugio (risco de extinção)
- Tamanduá bandeira (risco de extinção)
- Tatu-canastra (risco de extinção)
7ª Estação: Fungo Rosa; Mutualisticos:
Os líquens são seres vivos muito simples que
constituem uma simbiose de um organismo formado por um fungo (o micobionte) e uma alga ou cianobactéria (o fotobionte). Alguns taxonomistas classificam os líquens na sua própria
divisão (Mycophycophyta), mas isto ignora o fato de
que os componentes pertencem a linhagens separadas.Por outro lado o fungo é o
componente dominante do talo do líquen e são usualmente classificados como
fungos. Podem ser encontrados nos mais diversos habitats, de geleiras, rochas,
árvores, folhas, desertos e são excelentes colonizadores primários. São
geralmente estudados pelos botânicos,
apesar de não serem verdadeiras plantas.
Vale destacar que segundo o Código
Internacional de Nomenclatura Botânica o termo Líquens ou Líquenes está em desuso, sendo mais adequado o termo Fungos Liquenizados.
A
verdadeira natureza desta simbiose é ainda tema de debate pelos cientistas, em
que alguns casos afirmam que o fungo é um parasita do fotobionte porque através de seus
haustórios que penetram a célula da alga controlam seu ciclo reprodutivo; no
entanto, em muitos casos, a alga sozinha não sobrevive no habitat ocupado, assim como o fungo isolado também
não sobrevive e, portanto alguns defendem uma relação mutualística.
O
micobionte dos líquens pertence, na sua maioria, ao filo Ascomycota (98%), sendo os restantes parte de Basidiomycota(2%).
Cada espécie de líquen tem uma espécie diferente de fungo e é com base nessa
espécie que os líquens são classificados. A classificação
baseia-se, em geral nas características do talo e órgãosreprodutivos.
Estão descritas de 15.000 a 20.000 espécies de líquens, de acordo com
diferentes sistemas de classificação. Cerca de 20% das espécies de fungos
conhecidas pertencem a líquenes.
Os
fotobiontes são muito menos numerosos que os micobiontes e uma mesma espécie de
alga pode fazer parte de vários líquens diferentes. Muitas espécies de algas,
se não todas, podem existir isoladamente em alguns habitats, mas quando fazem
parte de um líquen, apresentam uma distribuição muito maior.
8ª Estação: Coqueiro Jerivá
O jerivá (Syagrus
romanzoffiana), também chamado baba-de-boi, coco-catarro, coqueiro, coqueiro-jerivá, coquinho-de-cachorro e jeribá, é uma palmeiranativa da mata atlântica,
no Brasil, mas que pode
ser encontrada também em outras formações vegetais, como restingas, florestas ombrófilas densas, florestas estacionais semideciduais, matas ciliares, matas paludosas, florestas estacionais deciduais e cerrado.
Floresce e frutifica em diferentes meses do ano, dependendo da
região em que se encontra. Internamente, possui uma pequena castanha bem
parecida com a do coco-da-baía. A semente germina em cerca de cem a 150 dias,
tendo um potencial de germinação de cinquenta a 79 por cento. A folha é perenifólia e é
usada como ração para o gado. A árvore fornece
também palmito para alimentação humana.
A
sua forma de dispersão é zoocórica, ou seja, através dos animais que consomem
seus frutos e dispersam suas sementes através das fezes.
Sinonímia Botânica
Arecastrum romanzoffianum; Cocos romanzoffiana; Cocus
plumosa.
Estas foram as explicações da Trilha.
Fiquem atentos ao próximo post, no qual continuaremos com este assunto.
Fiquem atentos ao próximo post, no qual continuaremos com este assunto.
(Postado por Víh e Carol.)
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